Academia Maranhense de Trovas - AMT
A trova como instrumento de linguagem e emoções: poesia minimalista em sua completude
Meu Diário
25/04/2024 21h14
PATRONO DA CADEIRA Nº 05 DA ACADEMIA MARANHENSE DE TROVAS - AMT - MARANHÃO SOBRINHO

 

José Américo Augusto Olímpio Cavalcanti dos Albuquerques Maranhão Sobrinho (Maranhão Sobrinho) é natural de Barra do Corda, nascido a 20 de dezembro de 1879; faleceu em 25 de dezembro de 1915, em Manaus. Foi um dos fundadores da Academia Maranhense de Letras e considerado pela crítica nacional como um dos três melhores simbolistas brasileiros ao lado de Cruz e Souza e Alphonsus de Guimarães. Patrono da Cadeira nº 05 da Academia Maranhense de Trovas, fundada por Nicanor Azevedo Filho, seu primeiro ocupante.

 

 

 

SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 05

PEDRO NETO

 

 

 

Pedro Neto nasceu em Vitória do Mearim, em 18 de dezembro de 1972, filho de Manoel de Jesus Dutra e Maria das Graças Costa Dutra. É graduado em Geografia pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), pós-graduado em Gestão Ambiental pela Instituto de Ensino Superior Franciscano (IESF) e mestrando em Ciências da Educação pelo Instituto Superior de Educação Continuada (ISEC).

 

 

 

 

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25/04/2024 20h32
PATRONO DA CADEIRA Nº 04 DA ACADEMIA MARANHENSE DE TROVAS - AMT - JOSÉ ALÍPIO DE MORAES

 

José Alípio de Moraes, advogado provisionado, compositor, trovador e poeta, nasceu a 27 de abril de 1883 e faleceu a 19 de abril de 1961, em São Luís do Maranhão. Transitou na educação musical, enveredando em instrumentos de sopro e de cordas; regeu e organizou bandas locais e do Corpo de Bombeiros de Axixá. Integrou a Escola de Belas Artes do Maranhão (Cururupu) como professor de instrumentos de sopro e professor de música e de canto orfeônico do Instituto Cururupuense. Patrono da Cadeira nº 04 da Academia Maranhense de Trovas, fundada por Lourença Porciúncula de Moraes e atualmente ocupada pela trovadora Elístia Maria Aragão Mendes.

 

MEMBRO FUNDADOR E EFETIVO DA CADEIRA 4

ELISTIA MARIA ARAGÃO MENDES

 

Formada em Pedagogia pela Universidade Federal do Maranhão, Elístia Mendes é itapecuruense de nascimento e coração;  cursou, com êxito,  pós-graduações em Didática de Nível Superior, Gestão Hospitalar e Gestão em Pessoas, que a habilitaram a atuar nas diversas frentes da área de Recursos Humanos (administração de pessoal, recrutamento e seleção, desenvolvimento de pessoas e benefícios), cargos exercidos, a maior parte, na Empresa Vale, onde trabalhou por mais de 30 anos. Atualmente aposentada, tem desenvolvido trabalhos na administração pública,  área de assistência social e benefícios. Mãe de quatro filhos, avó de três netos, filha do  itapecuruense Benedito Braulio Mendes e Tereza de Jesus Aragão Mendes. Elístia Mendes ocupa a cadeira nº 4 da Academia Maranhense de Trovas que tem como patrono José Alípio de Moraes.

 

 

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em 25/04/2024 às 20h32
 
25/04/2024 19h45
PATRONO DA CADEIRA Nº 03 DA ACADEMIA MARANHENSE DE TROVAS - AMT - MANOEL SOBRINHO

 

Manoel Alexandre de Santana Sobrinho (Manoel Sobrinho) nasceu em 04 de janeiro de 1897 no Município de São Francisco do Maranhão, cujo antigo nome era Iguaratinga, no sítio de Mucunã; e faleceu a 22 de novembro de 1957, em São Luís do Maranhão. É patrono da Cadeira nº 03 da AMT, fundada por Carlos Cardoso e que tem como atual ocupante João Batista Pestana Soares (Battista Soares)..

 

MEMBRO FUNDADOR E EFETIVO

DA CADEIRA 03

 

BATTISTA SOAREZ

João Batista Soars Pestana é membro efetivo da Academia Maranhense de Trovas, ocupando a cadeira nº 03, patroneada por Manoel Alexandre de Santana Sobrinho, cujo fundador foi Carlos Cardoso. Foi empossado em 7 de dezembro de 2021. Escritor, pedagogo, psicopedagogo, jornalista, especialista em marketing e acadêmico de direito. Palestrante nas áreas de teologia, educação, comunicação e marketing. Também é teólogo e pastor evangélico. Desde 1992 vem lutando em prol de uma igreja mais atuante e mais consciente da prática da justiça de Deus. É autor de "A igreja cidadã" e "Por uma pedagogia existencial".

 

 

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em 25/04/2024 às 19h45
 
25/04/2024 19h30
PATRONO DA CADEIRA Nº 02 DA ACADEMIA MARANHENSE DE TROVAS - AMT - CATULO DA PAIXÃO

 

Catulo da Paixão Cearense é maranhense de São Luís do Maranhão, nascido em 31 de janeiro de 1863 (Mas há registro de que tenha nascido em 1866, ano utilizado para que ele pudesse ser nomeado ao serviço público); faleceu no Rio de Janeiro, em 10 de maio de 1946. Cognominado o Poeta do Sertão por consagrar-se como um dos grandes compositores da canção popular brasileira. Além de poeta e compositor e músico, foi teatrólogo. É o patrono da Cadeira nº 02 da Academia Maranhense de Trovas, atualmente ocupada pelo trovador José Maria Brito Lopes. A AMT, hoje Casa de Carlos Cunha, também já foi conhecido como a Casa de Catulo.

 

 

MEMBRO FUNDADOR DA CADEIRA 02

ZEQUINHA TROVADOR

 

José Maria Brito Lopes é o nome de batismo de  Zequinha Trovador; ele nasceu em Iguaiba, município de Alcântara, em 4 de abril de 1957, filho de Iracy Brito Lopes e de Manoel Emídio Lopes. Funcionário aposentado do Banco do Brasil, instrutor de trânsito e palestrante espírita. Membro da Academia Luminense de Letras e da Academia Maranhense de Trovas, onde ocupa a cadeira nº 02 patroneada por Catullo da Paixão Cearense. Apresenta na TV Palmelo do Centro Espírita Luz da Verdade, da cidade de Palmelo, estado de Goiás, o programa Almoço com Palmelo, toda sexta-feira pelo YouTube. Desenvolve, pelas redes sociais, um trabalho poético de mensagens consoladoras por meio de trovas, sonetos e poemas livres.

 

 

 

 

 

 

 

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em 25/04/2024 às 19h30
 
22/04/2024 10h10
PATRONO DA CADEIRA Nº 01 DA ACADEMIA MARANHENSE DE TROVAS - AMT - JOAQUIM SERRA

 

Joaquim Maria Serra Sobrinho ficou conhecido, nos meios literários e jornalísticos, como Joaquim Serra; foi jornalista, professor, político e teatrólogo; nascido em São Luís do Maranhão, no dia 20 de julho de 1838, faleceu em 29 de outubro de 1888, no Rio de Janeiro (RJ). Filho de Leonel Joaquim Serra, militante da política e jornalismo. Seu pai redigiu O Cometa em 1835 e a Crônica dos Cronistas em 1838. Assim, Joaquim Serra seguira os passos de seu genitor. Formado em Humanidades, Joaquim Serra fora professor de gramática e literatura no Liceu Maranhense; exerceu também o cargo de secretário de governo da Paraíba, nos anos de 1864 a 1867 e deputado geral pelo Maranhão no período de 1878 a 1881. Desde cedo exerceu o jornalismo publicando os primeiros escritos nos idos de 1858 a 1860 no “Publicador Maranhense”, que era um folhetim oficial de cunhos político, literário e comercial, fundado em 1842 por João Francisco Lisboa e que fora redigido por Sotero dos Reis a partir de 1856. Em janeiro de 1861, Joaquim Serra fundara o Semanário “Ordem e Progresso”, que fora substituído, no ano seguinte, pelo Jornal “A Coalição”, ambos do partido progressista, nascido da ligação entre liberais e conservadores. Quatro anos depois, quando o “A Coalição” deixou de circular, Joaquim Serra fundara, em 1867, o Semanário Maranhense, revista literária de vida efêmera que deixara de circular no ano seguinte. Em 1883, publicou o livro “Sessenta anos de jornalismo - a imprensa do Maranhão, 1820 - 80”, obra que repercutira de tal forma que ensejara sua segunda edição no mesmo ano. Retorna à Corte em 1868 (porque lá vivera entre 1854 e 1858, motivado pelo sonho de ingressar na Escola Militar,  que logo abandonara). Revelou-se como grande cronista ao escrever em periódicos como “Argueiros e Cavaleiros”, “Tópicos do Dia”, ambos de “O País” e em folhetins semanários da Gazeta de Notícias. Chegou a ocupar o cargo de diretor do Diário Oficial.

Além do já citado e renomado livro “Sessenta anos de jornalismo - a imprensa do Maranhão, 1820 - 80”, escreveu “Julieta e Cecília, em 1863; Mosaico - poesia traduzido, em 1865; “O salto de Leucade”, em 1866; “A casca da caneleira”, romance de autoria coletiva, do mesmo ano; “Vesos de Pietro de Castellamare” - tradução, em 1868; “Um coração de mulher”, em 1867 e “Quadros”, em 1873.

Joaquim Serra é patrono da Cadeira nº 01 da AMT, fundada por Carlos Cunha e ocupada atualmente pelo trovador Paulo F de Carvalho Bertholdo, que assina sob o pseudônimo de Paulinho Dimaré.

 

MEMBRO FUNDADOR DA CADEIRA 01

PAULINHO DIMARÉ

 

 

Paulo Francisco Carvalho Bertholdo usa o pseudônimo de Paulinho Dimaré. Natural de São Luís-MA, nascido em 09 de março de 1959. Artista experimentalista e eclético. arte educador (graduado em educação artística, habilitado em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Maranhão-UFMA). Pós-graduado em arte, cultura e educação; poeta e compositor, produtor cultural, vencedor do Festivaĺ Uniregae; vencedor do festival de música Sesc. Primeiro lugar Mostra Sesc de Poesia; Terceiro lugar festival de música sintsep, idealizador e coordenador do festival maranhense de conto e poesia da UEMA; idealizador e coordenador do arraial da UEMA; idealizador e coordenador do projeto Quinta cultural da UEMA; idealizador e coordenador .dos projetos SARAUEMA; do tapete de rua de Artes Plásticas do Bairro Fé em Deus. Idealizador, fundador e ex-presidente da Associação Cultural de Tambor de Crioula do Maranhão; do Tambor de Crioula Um Degrau de Santa Luzia; idealizador, fundador e presidente da Companhia Artística Cultural Caranguejo Urbano;Cordelista; Presidente da Federação de Tambor de Crioula do Maranhão  e membro da Academia Maranhense de Trovas. Livros publicados: “Cordelizando a poesia: resgate da poesia de cordel em São Luís no ano 2001”.

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em 22/04/2024 às 10h10
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